Parque da Montanha: nossa hospedagem em Cunha pelo Airbnb

Em Cunha a maioria das atrações estão nos arredores e estradas que dão acesso a cidade e as principais opções de hospedagem também se concentram no entorno. A maioria parece voltar-se para casais e não é incomum pousadas estilo “charme”, destas que oferecem lareira, hidro, piscina, restaurante, etc. Obviamente são opções mais caras, que fugiam do nosso orçamento para esta viagem

Em busca de uma opção mais econômica, porém sem querer abrir mão de conforto e privacidade, recorremos ao Airbnb. Encontramos um chalé estilo Loft com cozinha, o que já nos agradou – cozinhar nas viagens sempre nos ajudou bastante a economizar. Na plataforma havia anúncios de mais dois chalés no mesmo condomínio – Parque da Montanha -o que nos preocupou um pouco em relação a privacidade. Contudo ao chegarmos lá constatamos que tratava-se de um grande terreno, com bastante espaço. Nosso loft estava na parte baixa e os outros dois chalés, na parte alta.

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Visão geral do loft

Uma espaço comum com churrasqueira, bancos, área para fazer fogueira e locais para pendurar rede estão disponíveis num belo gramado na parte alta do terreno, que do nosso loft acessávamos por rampa, bem próximo. Há também um deck para contemplação das estrelas. Como chegamos tarde e ainda não conhecíamos bem o lugar, apenas demos uma voltinha nesta área externa compartilhada, mas não usufuímos dela. Nos demais dias ficamos muito na rua, então acabamos não curtindo a parte externa, que é bonita e bem cuidada.

Pagamos R$ 116,00 ao dia e este valor foi incrivelmente mais baixo do que a média cobrada pelas pousadas da região. O loft estava  limpo, bem decorado, com a cama “mais confortável da viagem”, segundo Leo. Além da cama de casal, há duas camas de solteiro e um sofá cama. Roupas de cama de boa qualidade, decoração rústica e agradável, não sentimos falta de nada. A cozinha, simples e funcional, permitiu o preparo de pequenas refeições sem qualquer dificuldade.

20170916_191436A anfitriã foi um destaque a parte: mesmo em viagem internacional manteve contato o tempo todo via whatsapp e nos prestou suporte em tudo o que foi necessário. Dentro do chalé encontramos vários folders com informações da região e inclusive uma folha de A4 digitada pela própria aniftriã com dicas de lugares para visitar, comprar, comer. Achei muito delicado! Outro ponto a favor foi a gentileza dela ao nos permitir um check-out tardio: deixaríamos o loft até meio dia, mas acabamos nos atrasando por questões pessoais e comuniquei a ela via whatsapp, perguntando da possibilidade de sairmos com algum atraso. Rapidamente ela me respondeu, deixando-nos a vontade e inclusive oferecendo a contratação de outro pernoite se necessário fosse,  pois não estava com hóspedes para o dia seguinte. Ainda que virtualmente a excelente acolhida fez toda a diferença em nossa hospedagem.

Como gostamos de curtir a estrada sem pressa, parando onde temos vontade e eventualmente até mesmo aproveitando para conhecer algum destino no caminho, optamos sempre que possível pelo self check-in. Trata-se de uma opção em que o anfitrião não nos recebe pessoalmente, deixando a chave em local combinado ou com porteiro, se houver. A anfitriã nos deu esta opção a a chave foi deixada  num local em que poderíamos nós mesmos pegá-la, sem incomodar ninguém. Adorei e achei super prático, assim pudemos seguir viagem sem compromisso de horário de chegada.

Enfim, foi mais uma escolha bem acertada! Numa próxima visita a Cunha não hesitaria em ficar lá novamente, talvez experimentando um dos outros chalés do condomínio.

Detalhe 1: após a nossa viagem a anfitriã publicou um novo anúncio, com mais um chalé. Na área baixa do terreno há uma obra e ao que tudo indica em breve outras opções virão.

Detalhe 2: Infelizmente não fizemos fotos boas do loft, todas foram feitas com celular em iluminação precária. No link abaixo no Airbnb é possível ver os detalhes do loft em fotos bem melhores!

Loft que ficamos no Airbnb: Loft Studio Parque da Montanha

Outras opções no mesmo condomínio

Chalé Bali

Chalé Colibri

Chalé do Jardim

 

 

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Vanessa Barreto

Psicóloga por profissão, viajante por paixão. Acredito na força dos encontros, na potência das palavras e na beleza das pequenas coisas. Viajar é um modo de existir e de se reinventar e por quê não dizer terapêutico também?

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