Visitando o museu Felícia Leirner em Campos do Jordão

“O Museu Felícia Leirner, está instalado, desde 1978, em Campos do Jordão-SP. Reúne esculturas dessa artista que, nascida na Polônia, viveu entre 1904 e 1996 e esteve radicada no Brasil desde 1927. Um conjunto de 85 obras de Felícia Leirner, de bronze, cimento branco e granito, está distribuído ao ar livre, sobre gramado e à beira de alamedas, no jardim do espaço que divide com o Auditório Claudio Santoro, sede do Festival Internacional de Inverno compreendendo uma área de mata com 35 mil m² de extensão”. (Texto: Site do Museu).

Lendo o texto acima, tão formal, a gente não tem dimensão do que o espaço realmente é: além de toda a riqueza artística e cultural ali depositadas, de lá nós temos uma vista incrível para a Pedra do Baú. Os jardins são belíssimos e cuidados com muito zelo, é uma delícia passear por lá.

As obras estão dispostas no espaço do jardim, a critério da própria artista, as esculturas estão agrupadas pelas fases da trajetória de Felícia: figurativa (1950-1958), a caminho da abstração (1958-1961), abstrata (1963-1965), orgânica (1966-1970) e recortes na paisagem (1980-1982). Logo na bilheteria recebemos um panfleto que explica esta divisão, com explicações sobre cada fase e orienta o visitante no trajeto a ser percorrido.

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Começamos a visita por uma alameda onde estão as obras da fase figurativa.

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Na mesma alameda vemos as obras “a caminho da abstração” e “abstrata”

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“Esta alameda mais estreita passa pelo Auditório Claúdio Santoro, sede do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, inaugurado em 1979. O Auditório, que também é administrado pela ACAM Portinari, tem capacidade para receber até 814 espectadores. Sua arquitetura moderna mistura elementos rústicos com grandes paredes de vidro que valorizam a luz natural e a paisagem do entorno. O palco possui um fosso para orquestra e, nos bastidores, amplos camarins, salas de ensaio e área técnica compõem o espaço. O saguão de entrada conta com um lounge e espaço para café e restaurante”. (Texto: Site do Museu)

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O auditório fica aberto para que o público possa conhecê-lo e a cafeteria também.

Ainda neste espaço há uma sala de exposições, com fotos e banners falando da natureza da região.

De volta à área externa, encontramos as obras das fases abstratas e orgânicas, que seguem por alamedas e praças mais largas.

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No meio do caminho voltam a surgir algumas obras importantes da fase figurativa

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“Giselda”: obra em homenagem à Giselda, filha de Felícia

A fase “recortes da paisagem” é o término da visita. As obras estão dispostas num vasto gramado inclinado, o que dá uma visão belíssima das obras. É no topo deste gramado que temos uma vista linda para a Pedra do Baú: tem até um mirante por lá!

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Pedra do Baú vista dos jardins do Museu Felícia Leirner

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No topo deste gramado nós ficamos um tempinho bom, praticando Yoga com vista para a Pedra. Lá é, sem dúvida, o melhor local do museu para dar aquela parada.

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O espaço não é tão grande e pode ser visitado em algo em torno de 1-2 hs (pode levar mais tempo se o visitante quiser ver as obras mais detalhadamente ou optar por ficar um tempo contemplando, como nós fizemos). Vale MUITO a pena ficar um tempinho por lá!

 

Museu Felícia Leirner

End: Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1880 – Campos do Jordão
Terça a domingo de 09 as 18 hs – (não funciona às segundas feira)
 
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Um casal mineiro que ama viajar e conhecer novos lugares, mas acima de tudo busca experiências e novas histórias para ouvir e contar.

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